Publicado por: Diego | fevereiro 7, 2010

A música sem nome, da Banda sem Nome.

Tudo começou numa tade de 1994.

Um antigo amigo me mostrou uma fita K7 com uma música muito boa, que, de cara, eu adorei. Quando perguntei qual o nome da banda, esse amigo não sabia. Tinha roubado a fita do irmão dele, e tentaria depois descobrir o nome. Fiz um cópia daquela música instrumental e volta e meia acabava ouvindo, mas aquele amigo nunca me contou o nome. Tinha levado uns bofetes do irmão por ter mexido onde não devia e não tivera coragem de perguntar.

Então eu segui por alguns anos, ouvindo aquela música, aquela mesma música diversas vezes, da “banda sem nome”.E era uma gravação ruim, meio midi, mono e com volume baixo. Mas mesmo assim eu seguia ouvindo (sempre gostei de midis).

Até que um belo dia eu estava andando dentro de uma loja de CDs, quando começou a tocar dentro da loja uma música legal, pesadona. Um rockão foda. E para minha surpresa, eu comecei a cantar no modo nã-nã-nã a música. Foi aí que eu percebi: Estava tocando aquela música que eu ouvi durante anos, da “banda sem nome”.

Sem pensar duas vezes, corri do lado de fora da loja, desesperadamente arrastei o atendente para dentro e disse para ele: Quero o CD que tem essa música aí!. Ele começou a rir do meu desespero e foi atrás do disco. Voltou com um disco estranho, sem nome na capa. Na verdade, na capa não havia nada. Somente preto preto e mais preto. Quando perguntei o nome do disco ele disse: Black Album. E eu duvidei, porque não tinha escrito isso no encarte. Na verdade, na capa havia uma cobra e um nome meio borrado. Mas só isso.

Aquele dia quando cheguei em casa, botei o disco para tocar. Lembro até hoje. E, logo na primeira música eu já tava quase tendo um treco. A primeira música era a música da “banda sem nome”. Aprendi então que se chamava Enter Sandman, e a “banda sem nome” tinha nome, e se chama Metallica.

Ouvi o CD todo, direto. Não acreditava naquilo, o disco não tinha nenhuma musica chata. Nunca tinha acontecido isso comigo. Quase nunca acontece hoje ainda: Eu gostar de um disco inteiro, já na primeira escutada. Geralmente leva alguns dias para que eu absorva tudo e passe a realmente gostar de um disco. Mas com aquele não. Eu adorei logo de cara.

Incrivel como aquele dia ficou grudado na minha memória. Lembro de ter ouvido CD com fones de ouvido direto no CDPlayer, lembro de ter lido as letras, ter ouvido o CD novamente, ter visto um episódio do Tin Tin (aquele do ônibus espacial), de ter gravado uma fita K7 com as três músicas que eu achei mais legais (Enter Sandman, Unforgiven e Nothing Else Matters) e ter ido dormir.  Lembro até com o que eu sonhei, mas isso não é da conta de vocês :P

Quem diria que anos depois eu estaria numa festa de Garagem, cantando essa música junto com um grande amigo (lembra, rck?). Quem diria que anos depois seria eu que estaria em cima de um palco tocando essa música. E quem diria mais ainda, que eu veria os caras ali, ao vivo, tocando essa música!  Me desculpem todos os outros, mas essa foi para mim. Eu sei que foi.

Com vocês, a música sem nome da banda sem nome Enter Sandman, do Metallica.

Say your prayers little one
Don`t forget my son
To include everyone
I tuck you in
walk within
Keep you free from sin
’til the sandman he comes

Sleep with one eye open
Gripping your pillow tight

Exit light
Enter night
Take my hand
We’re off to never never-land

Something’s wrong, shut the light
Heavy thoughts tonight
And they aren’t of Snow White
Dreams of war
Dreams of liars
Dreams of dragons fire
And of things that will bite, yeah

Sleep with one eye open
Gripping your pillow tight

Exit light
Enter night
take my hand
We’re off to never never-land

(whisper)
Now I lay me down to sleep (x2)
Pray the lord my soul to keep (x2)
If I die before I wake (x2)
Pray the lord my soul to take (x2)

Hush little baby don’t say a word
And never mind that noise you heard
It’s just the beasts under your bed
In your closet and in your head

Exit light
Enter night
Grain of sand

Exit light
Enter Night
Take my hand!
We’re off to never never-land

Yeah, ha ha ha

Boom

Yeah, yeah
oh, whoa

We’re off to never never-land

Take my hand
We’re off to never never-land
Take my hand
We’re off to never never-land

We’re off to never never-land

Publicado por: Diego | janeiro 7, 2010

Free Bird

Lynyrd Skynyrd – Freebird

If I leave here tomorrow
Would you still remember me
For I must be traveling on now
‘Cause there’s too many places I’ve got to see

But if I stayed here with you,GIRL
Things just couldn’t be the same
‘Cause I’m as free as a bird now
And this bird you cannot change

Ohohohohohhhhh
And the bird you cannot change
And this bird you cannot change
Lord knows I can’t change

Bye bye, baby, it’s been a sweet love, yeah, yeah
Though this feeling I can’t change
But please don’t take it so badly
‘Cause Lord knows I’m to blame

But if I stay here with you, GIRL
Things just couldn’t be the same
Cause I’m as free as a bird now
And this bird you never change

Ohohohohohhhhh
And the bird you cannot change
And this bird you cannot change
Lord knows I can’t change
Lord help me I can’t change
Lord I can’t change,
Won’t you fly high, Free Bird, yeah

Ahn, oi? Já fazia um ano, hora de retomar isso aqui, né?

E voltamos em grande estilo, com um puta sonzaço, que é essa FreeBird. Segundo meu amigo Last.fm essa foi a música mais ouvida por mim em 2009 (e foi mesmo, mais de 100x). Freebird tem uma melodia impressionante, uma letra sensacional e um solo de guitarra que não é desse mundo. (Se quiserem ver a banda tocando, temos a versão ao vivo aqui).

Talvez seja por causa daquele clipe da banda Will to Power, que fez um medley com essa música (postarei outro dia), mas eu acho que a letra tem tudo a ver com “espírito motociclístico”.

Grande música. Grande música.

Publicado por: Diego | janeiro 6, 2009

Life is what you make it

We believe in going our own way, no matter which way the rest of the world is going.
We believe in bucking the system that’s built to smash individuals like bugs on a windshield.
Some of us believe in the man upstairs. All of us believe in sticking it to the man down here.
We believe in the sky, and we don’t believe in the sunroof.
We believe in freedom.
We believe in dust, tumbleweeds, buffalo, mountain ranges and riding off into the sunset.
We believe in saddlebags and we believe that cowboys had it right.
We believe in refusing to knuckle under to anyone.
We believe in wearing black, because it doesn’t show any dirt or weakness.
We believe the world is going soft, and we’re not going along with it.
We believe in motorcycle rallies that last a week.
We believe in road side attractions, gas station hot dogs, and finding out what’s over the next hill.
We believe in rumbling engines, pistons the size of garbage cans, fuel tanks designed in 1936, freight-train size headlights, chrome and custom paint.
We believe in flames and skulls.
We believe life is what you make it, and we make it one hell of a ride.
We believe the machine you sit on can tell the world exactly where you stand.
We don’t care what everyone else believes.
Amen.

Amém.

Publicado por: Diego | outubro 9, 2008

Isso aqui é faroeste, amiguinho!

O tempo urge. Jogo a chave do nosso Ford Taurus quinta geração para o Agiota. Penso em pegar meu furador de papel paraguaio, mas desisto. Os cães parecem estar empolgados. Tybalt dirige como um louco. Problematizo sobre quantos caras vamos enfrentar dentro do pub, mas temos quatro pares de supra-renais eufóricas que darão conta do recado. Adentramos no bairro de recreação, permeado por delinqüentes da burguesia remediada. Mas a brincadeira revigorante de surrar pós-adolescentes agora não me interessa, as próximas horas estão reservadas para o ninho do Águia Dourada. Um nome celta que não ouso pronunciar desponta à uma quadra à nossa direita. Teobaldo estaciona bem na frente, onde é proibido. A fachada irlandesa é de uma horrível cor-de-abóbora. OTAN sai primeiro e fica mais perto do carro; Porpeta é o mais apressado e vai à frente de todos, o braço esquerdo esticado com o distintivo na mão, aborrecendo com sua retórica parnasiana o único segurança estacado na porta.

- Vou entrar nesse púbis! Torce o bico pra tua mãe!

- Infelizm…

Agiota desloca o queixo do segurança com uma cotovelada. Porpeta abre a porta com um pontapé; rapidamente, OTAN e eu entramos com nossas Colts 8 polegadas com o intuito de render alguém que pareça ser um funcionário. A casa não está muito cheia, apenas algumas mesas estão vazias. Uma música alegre com gaita de fole permeia o fundo. Andamos até o caixa, uma jovem ruiva vestida de verde levanta as duas mãos para o ar.

- Pode levar o dinheiro! – ela diz, assustada.

- Cadê o gerente? – OTAN é um cara calmo, eficiente e aculturado. – Você tem 5 segundos antes que eu encarne um fomoriano e coloque esse bareco abaixo!

- Aqui atrás! Não me mate!

Tybalt cuida da entrada enquanto Porpeta retira as pessoas do bar a seu modo. Eu e OTAN andamos por um breve corredor parcamente iluminado, passamos pelos banheiros até uma escada no fim do corredor. Olhamos para cima. Um sujeito alto, caucasiano louro e com um terno cinza-chumbo nos aguarda lá em cima, apontando uma Desert Eagle em nossa direção. É o Águia, e ele está preparando sua caça. Tenho a leve impressão que o tenhamos subestimado

Papo Volvos é uma série de Histórias que beiram um estilo policial noir, daqueles filmes clássicos que ninguém faz mais. É violento, descritivo, cheio de personagens marcantes de nomes estilosos e mostra uma faceta da lei que todos sabem que existe, mas poucos admitem.

Policiais (ou não) durões, abrindo caminho no meio de intrigas e ciladas usando nada mais do que socos, pontapés e um bom tiro de .380, a equipe de Papo – Papo, OTAN, Agiota e Porpeta – roda pela cidade em um Ford Taurus nas horas em que os bons moços estão dormindo e os bordéis estão cheios de adolescentes de classe média e desempregados deprimentes.

Para quem gosta do estilo é viciante. Leia mais no site Papo Volvos e veja ser escrito aos poucos, o que vai se tornar um Grande Livro.

Publicado por: Diego | outubro 3, 2008

It’s hard to keep an open heart

When I look into your eyes
I can see a love restrained
But darlin’ when I hold you
Don’t you know I feel the same
‘Cause nothin’ lasts forever
And we both know hearts can change
And it’s hard to hold a candle
In the cold November rain
We’ve been through this
Such a long long time
Just tryin’ to kill the pain
yeahh..
But lovers always come
And lovers always go
And no one’s really sure
Who’s lettin’ go today
Walking away
If we could take the time
To lay it on the line
I could rest my head
Just knowin’ that you were mine
All mine
So if you want to love me
Then darlin’ don’t refrain
Or I’ll just end up walkin’
In the cold November rain

Do you need some time
On your own
Do you need some time
All alone
Everybody needs some time
On their own
Don’t you know you need some time
All alone

I know it’s hard to keep an open heart
When even friends seem out to harm you
But if you could heal a broken heart
Wouldn’t time be out to charm you

Sometimes I need some time
On my own
Sometimes I need some time
All alone
Everybody needs some time
On their own
Don’t you know you need some time
All alone

And when your fears subside
And shadows still remain
I know that you can love me
When there’s no one left to blame
So never mind the darkness
We still can find a way
‘Cause nothin’ lasts forever
Even cold November rain

Don’t ya think that you
Need somebody
Don’t ya think that you
Need someone
Everybody needs somebody
You’re not the only one
You’re not the only one

Don’t ya think that you
Need somebody
Don’t ya think that you
Need someone
Everybody needs somebody
You’re not the only one
You’re not the only one

Don’t ya think that you
Need somebody
Don’t ya think that you
Need someone
Everybody needs somebody
You’re not the only one
You’re not the only one

Dont ya think that you
Need somebody
Dont ya think that you
Need someone
Everybody needs somebody

Passei o dia com essa música na cabeça. Acho que ouvi umas 200x hoje.

Outra das minhas favoritas. Essa música é muito tudo. É muito foda, é muito bem tocada (a guitarra fala!),  as trocas de ritmo são ótimas, os violinos aparecem! e o clipe é muito foda, só é muito muito triste. Uma das coisas que eu acho legal é que as mensagens que o clipe passa e que a música passa são ligeiramente diferentes. Se complementam, por assim dizer.

É basicamente desse clipe que eu tirei aquela idéia (idiota?) de querer casar de dia, que todas as ex-pretendentes odiavam. Olha que legal que fica. Claro que, aquele casamento do Sam no final do SDA acabou com toda e qualquer vontade que eu tinha de casar de noite :P O clipe é muito legal, todo aquele lance de casamento e festa ali eu acho demais. Muito bacana o estilo do Padre e dos convidados.

Eu ia explicar, mas o video e a música já sao auto-explicativos. Agora me diz:Ela tinha que morrer no final, assim, do nada?

Publicado por: Diego | setembro 11, 2008

The sun will shine

Metallica The Day That Never Comes

Born to push you around
Better just stay down
You put away,
He hits the flesh,
You hit the ground

Mouth so full of lies
Tend to block your eyes
Just keep them closed,
Keep praying, just keep waiting

Waiting for the one,
The day that never comes,
When you stand up and feel the warmth
But the sunshine never comes, no

No, the sunshine never comes

Pushed you across that line
Just stay down this time
Hide in yourself,
Crawl in yourself,
You’ll have your time

God I’ll make them pay
Take you back one day
I’ll end this day
I’ll splatter color on this grey

Waiting for the one,
The day that never comes
When you stand up and feel the warmth
But the sunshine never comes

Love is a four letter word,
And never spoken here
Love is a four letter word
Here in this prison

I suffer this no longer,
I’ll put an end to,
This I swear, This I swear

The sun will shine
This I swear, This I swear,
This I swear

Música do CD novo, que “oficialmente” sai na sexta, dia 12.  Essa música saiu no site da banda não tem nem um mês e já caiu na minha lista de Top10 do Metallica.

Engraçado como é a vida. Metallica foi trilha sonora de uma boa parte da minha adolescência. Amigos meus, que me criticavam por ser uma banda de rock “pesado” e supostamente “satanista” (apesar de que você não vê nenhuma referência a isso nas letras deles) hoje eu pego ouvindo Metallica.

Engraçado como que num momento desses, o que faltava era uma trilha sonora forte, pesada e agressiva. Bem, não falta mais :)

Vejam o video e ouçam a música para ver como é possível fazer uma ‘balada’ totalmente heavy metal.

Publicado por: Diego | setembro 9, 2008

Let’s go Exploring!

A última tirinha da dupla, feita pelo criador original. Um final perfeito, eu diria.

É um mundo mágico, Haroldo, velho parceiro. Vamos explorá-lo!

Publicado por: Diego | maio 21, 2008

O risco de arriscar.

O Mytho no seu blog “Você não acreditaria”, fez hoje um post sobre o Gato de Schrödinger. Tirando toda a parte de Fisíca/Ficção científica e deixando o assunto bem simples de forma que leigos como eu e você consigam ler.

O interessante foi ver que ele também conseguiu deixar a discussão mais filosófica:

Toda e qualquer mudança traz em si a promessa de coisas boas e coisas más. A única maneira de transformar incertezas em certezas é abrindo a caixa. Arrisque.

Isso me lembrou um diálogo do De Volta para o Futuro III, quando o Trem destrói o DeLorean e o Doc reaparece.

Jennifer: Doutor Brown, Eu troxe esse papel do futuro e agora o que tinha escrito nele apagou.
Doc: É claro que se apagou.
Jennifer: Mas o que isso significa?
Doc: Significa que o seu futuro ainda não foi escrito. O de ninguém foi. O seu futuro será o que você conseguir. Então vá em frente e façam dele um bom futuro.
Marty: Nós iremos Doc.

Uma tarde filosófica por aqui :P

Publicado por: Diego | maio 11, 2008

Desapego

- Hahaha. Mas nem era dela que tava falando. Ou vc acha que seus conflitos morrem nos seus 24 anos?
- Nao doutor, acho que nao.

- Assistiu V de vingança? O V diz que vc alcança a redenção depois de superar o medo da morte. Vai ver era o seu caso.

- Pode ser. Na verdade, minha conclusao é semelhante. Toda grande mudança na vida, exige uma mudança de personalidade. Quer seja quando vc começa uma faculdade, começa a trabalhar ou começa um relacionamento. Essas mudanças sao devido a novos tipos de responsabilidades, novas atividades ou novas experiencias pelas quais vc passa. O caso é que vc desenvolve toda uma identidade nova a partir daquele momento.

- Isso mesmo.

- O ruim no final dessas coisas, qundo vc é demitido, chutado ou tem que parar com a faculdade é que aquela identidade que vc havia criado morre (ou é morta). Por isso que parece que tomaram o mundo de você. Eles tomam a sua forma de ver o mundo. “Não é o fim do mundo, é o fim do SEU mundo”

- A pergunta que fica é: E quando passa?

- A resposta é simples, claro. Não passa.

- Não passa?

- Não. Se aquela identidade morreu (e a vida não é como nos quadrinhos que morrer não significa estar morto), só nos resta 3 coisas. A primeira é lamentar isso. “Poxa, mas eu gostava tanto daquilo”. A fase de lamentação é a mais difícil de ser superada. E na verdade, só pode ser superada na próxima fase. O Desapego.

- Dalai lama fala muito sobre desapego.

- Exato. Tem que deixar a identidade anterior partir. Não é apenas questão de querer voltar para aquele estado de qualquer jeito. Não tem mais volta. Suas experiências mudaram. Você evoluiu, quer seja para melhor ou para pior. Não há o que fazer. É como derrubar óleo em um balde com água. Não dá para separar.

Só quando você deixa de se apegar a sua imagem anterior e a deixa partir, você chega ao terceiro estágio. Contruir uma nova identidade. Só com a criação de uma nova identidade, que muitas vezes vai incluir muito da anterior, principalmente as partes que davam certo, é que é possível fechar o ciclo todo. Só então é possível ver tudo o que estava na sua frente, mas que você havia fechado os olhos para não ver. É como diz aquele conto Zen, “Eu deixei a garota lá, você ainda a está carregando?”

tanzan e ekido certa vez viajavam juntos por uma estrada lamacenta. Uma pesada chuva ainda caía, dificultando a caminhada.

Chegando a uma curva, eles encontraram uma bela garota vestida com um quimono de seda e cinta, incapaz de cruzar a intercessão.

“Venha, menina,” disse Tanzan de imediato. Erguendo-a em seus braços, ele a carregou atravessando o lamaçal.

Ekido não falou nada até aquela noite quando eles atingiram o alojamento do Templo. Então ele não mais se
conteve e disse:

“Nós monges não nos aproximamos de mulheres,” ele disse a Tanzan, “especialmente as jovens e belas. Isto é perigoso. Por que fez aquilo?”

“Eu deixei a garota lá,” disse Tanzan. “Você ainda a está carregando?”

Publicado por: Diego | abril 24, 2008

Kotae wa kaze no naka

Nemurenu yoru wo ikutsu kazuetara ore-tachi tadoritsuku darou
Dore dake no inochi nakushita toki arasoi wa owaru no darou
Rekishi no ue wo korogaru dake no sukuenai doukeshi-tachi
Itsuka dareka ga itte ta you ni
Kotae wa kaze no naka

Somuketa kao wo ikutsu utaretara kizukanu furi yameru no ka
Dore hodo no kurushimi ni taetara egao wa jiyuu ni naru no ka
Sabita kusari ni tsungareta mama mata shippo wo maku no nara
Itsuka dareka ga itte ta you ni
Kotae wa kaze no naka

Furishiboru koe to nigirishimeru sono te de
Unmei wa kitto kawaru toki wo matte iru
Chippoke-na ai no sasayaka-na chikara de
Kanashimi wa itsumo dakareru no wo matte iru

Uso no pazuru wo narabekaeteru aware-na petenshi-tachi
Fukiyousa wo kiyou ni furumau oroka-na romanchisuto-tachi
Rekishi ga nanimo kataranaku naru sonna hi ga kuru yokan ni
Itsuka dareka ga itte ta you in
Kotae wa kaze no naka

Furishiboru koe to nigirishimeru sono te de
Unmei wa kitto kawaru toki wo matte iru
Chippoke-na ai no sasayaka-na chikara de
Kanashimi wa itsumo dakareru no wo matte iru

Kyosuke Himuro – Calling

Outra de minhas favoritas. A tradução está mais abaixo. Outra daquelas músicas show de bola com uma letra danada que faz vc pensar na vida.

“Quantas noites insones você precisa contar antes de encontrar seu caminho?”

Ultimamente eu não tenho pensado nisso. Muito trabalho. No tempo que resta eu ando mentalmente preguiçoso ocupado com a pós-grad.

Tirei mini-férias de 2 dias e fui passear em SP. Muito divertido mas meu fígado voltou meio detonado :D

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